
Preciso curativar minha alma!
Plasma...
Lágrimas... correm e escorrem...
Atiramo-nos por precipícios,
defendemo-nos de fantasmas ingentes.
Queima-se indefesa a minha alma,
queima-me por afoiteza.
Acaba sempre por incendiar perspectivas,
atrapalha-se e invalida saídas,
inviabiliza socorros,
enlouquece!
Pobre alma, pobre de mim...
Tão dependentes,
tão carentes,
mas certamente
magistrais na dor.
Autoria: Ilka Vieira
Eu lembro quando construíste este poema e orgulho-me merecer ter estado presente.
ResponderExcluirBjus, Raquel